— Matteo, já chega! Sente-se! — o habitual sorriso de Catarina não estava mais estampado em seu rosto quando a voz dela ecoou. Ela tinha um olhar severo direcionado ao filho, embora mantivesse a classe ao lhe dar aquela ordem. — Não, mãe. Ele precisa entender que não pode se meter em tudo. — Matteo retrucou sem nem se dignar a olha-la. Os seus olhos frios continuavam em cima de Vicenzo que ainda o encarava impassível, se perguntando quando foi que Matteo mudou tanto, afinal, era o mais parecido com ele e por mais cabeça quente que fosse, nunca retrucava o que ele dizia. Estaria mesmo assim tão envolvido com aquela garota para chegar ao ponto de enfrenta-lo? Era difícil para Vicenzo Bianucci crer naquilo, mesmo que estivesse diante de seus olhos. — Está arrependido de ter passado o cargo?

