Era tarde da noite quando Louvátel entrou nos aposentos de Alferes. O quarto estava m*l iluminado, apenas uma lamparina lançava sombras suaves nas paredes. Alferes estava sentado à mesa, olhando para um mapa com anotações e marcas que só ele parecia entender. — Você demorou — disse Alferes sem levantar os olhos. Louvátel, ainda usando sua batina, fechou a porta com um leve rangido e respondeu com um sorriso cansado: — Mamãe estava um pouco agitada com as gêmeas. E você sabe como é, o filho mais velho é sempre o favorito. — Ele deu uma piscadela, tirando os papéis de sua bolsa. Alferes ergueu o olhar com uma expressão exasperada. — Deus! Ela vai me enlouquecer... Antes que Louvátel pudesse responder, uma pequena bolinha de pelos saiu correndo debaixo da cama de Alferes, indo direto pa

