MAIA SOLIS “Eu deveria te dar um bônus por isso” Ora essa! Bônus! Eu estava em uma verdadeira crise familiar, existencial e de dignidade e ele me oferece um bônus para compensar a existência do homem que provocou isso tudo. Provavelmente fui desproporcional, mas ter que sorrir por horas para Damon foi...perturbador. Depois que impediu meu quase certo traumatismo craniano naquele closet enorme, o homem começou a agir estranho e cada movimento seu me lembrava daquele que me salvou no bar. Cada mínimo comentário me lembra quando ele rolou literalmente com o caminhoneiro bêbado e me protegeu do que seria o maior trauma da minha vida. E aquele homem parece outro, um que não me ofereceria bônus. Aliás, um que nem me ofereceria esse contrato absurdo, apenas para começar e eu odeio me pegar

