MAIA SOLIS O dia seguinte começa constrangedor, quando um carro imenso para em frente a nossa pequena casa. Damon tem mantido jornalistas afastados por meio de seguranças, cujos carros identifico em ambos os lados da minha rua. É estranho saber que estou sendo vigiada a todo instante, ao mesmo tempo em que é reconfortante. Temo por Tia Lúcia diante desses desesperados por notícias sensacionalistas. Apenas por isso, não comentei nada e não reclamei com meu “noivo”. — Maia, tem um carro enorme aqui na frente! — Eu vi! Estou indo tia. Um exagero de Dona Sophia!. — Digo, ajeitando o vestido, fingindo que ela é a responsável pela carona. — Vamos, te acompanho até o carro. — Ela apenas afirma e me segue.— Tenha cuidado, faça seu trabalho e venha para casa. — Alejandra irá te ajudar ho

