MAIA SOLIS Sabe aquela sensação de medo que sentimos ao andar em uma rua escura tarde da noite? A sensação de que seremos levadas até que se esqueçam do nosso nome? Abrir aquela porta, apesar dos constantes avisos de James, foi como entrar em um beco escuro em plena madrugada. Eu podia ver os vultos, os sons da noite e até mesmo o ecoar dos passos das sombras perseguidoras e, por mais que me encolhesse, todos vinham atrás de mim. O olhar de Damon me empurra e eu com toda a certeza não sei o motivo, mas sinto quando ele se afasta. É como se um laço invisível estivesse entre nós e ele o tivesse cortado nesse exato segundo. O som de uma voz feminina ecoa no ambiente e tentando ainda assimilar o que está acontecendo, compreendo que o som é minha própria voz. Uma conversa que está em m

