Cap. 5 ✯ A Boate ✯

1177 Palavras
22:00 PM – fuso horário dos EUA Chegamos no "tal" lugar! AFF... (chego e reviro os olhos e me pergunto... / Diana o que você está fazendo aqui mulher?!) O lugar era enorme, com bastante pessoas, muito bem vestidas por sinal, eu me olho e penso... / eu estou parecendo uma "senhora" no meio delas com aquela roupa de executiva, mais enfim... respirei fundo e nem liguei, nem queria estar ali mesmo, só estava para agradar a minha amiga, que em falar dela estava bastante radiante ao estar naquele lugar. Entramos na tal boate e só o que eu queria era dar a meia volta e ir embora. Tinha tudo o que eu não gostava, muita agitação, pessoas bebendo, se esfregando umas nas outras, flertando, dançando, e, e... tudo o que eu não gostava, estava me sentindo um peixe fora d'agua. E do nada eu sinto uma mão me puxar e eu logo olho assustada, era Karina me puxando até o bar para sentarmos, até conseguirmos arrumar um lugar disponível no camarote. (aí que susto quase coloquei pra fora meu coração pela boca, suei frio) Karina me pergunta o que eu queria beber?... Logo a respondo... - Uma água. (e ela começa a rir da minha cara, essa sem graça) e eu digo... Diana: - O que foi? Sabe que eu não gosto de bebidas alcoólicas e eu nem as conheço bem. (e logo mostro a língua pra ela com uma cara de deboche) Ela começa a rir de mim e diz... Karina: - Sua caretaaa... você é muito boba mesmo e medrosa, já disse pra você curtir o hoje, deixa o amanhã nas mãos de Deus. (e me devolve com uma língua pra fora igual criança) Ela pediu algo para eu beber e era um drink lindo, as cores não se misturavam, dava até pena de mexer e estragar a beleza daquela bebida. Ela me pediu para experimentar e eu torci o nariz com cara de deboche, mas dei uma experimentada e sinceramente era uma delícia, quase não sentia o sabor do álcool. E ela disse... Karina: - Viu sua boba, ficou com esse ar aí de metida e debochada e acabou experimentando. (e novamente ela me dá língua, parecemos duas crianças, uma dando língua pra outra rs...) Conclusão para que fui experimentar aquele troço, era tão gostoso e docinho que bebi vários dele que até perdi as contas de quanto já tinha tomado. [...] Continuo sentada no bar e olho ao meu redor procurando pela Karina, que já tinha sumido do meu lado. Quando finalmente consigo vê-la, ela está no meio da balada flertando com um cara, que vou ser bem sincera, o cara não era nada m.al, não era de se jogar fora, maior gato. Me viro para beber mais um pouco da minha bebida e quando olhei de novo, lá estava ela aos beijos com o cara e eu fiquei muito feliz pela a minha amiga, pois além de me fechar no meu mundinho, muitas das vezes a trago junto comigo, e acabamos nós duas não tendo vida social alguma. [...] Peço outro drink, daquele bonitinho e bebo. Já estou me sentindo tonta, e do nada eu sinto uma mão em minha cintura e logo digo... Diana: - Vamos sair logo daqui? (digo pensando que era a Karina) Desconhecido: - Como você quiser. (ouço uma voz forte e grossa) Eu logo me viro assustada e olho e vejo um deus grego na minha frente! Gentemmm... para tudo!... eu penso / acho que eu fui para o céu e não sabia, que homem, que corpo, que cabelo, que olhos, que tudoooo! Não sabia descrever o que mais chamava a atenção naquele homem, ele era perfeito, tudo nele era perfeito! Fiquei sem reação, igual uma boba na frente dele. Ele se aproxima de mim e segura o meu queixo e logo me dá um beijo, e que beijo e que intensidade... (me pegou sem eu esperar, eu não imaginava que ele poderia fazer isso, mais também não o proibi e acabei correspondendo) Nunca tinha beijado alguém daquele jeito. Aí penso... / Há Diana é claro que não né, o único id!ota que você já beijou na vida foi o seu ex e ele era um moleque de marca maior, sem experiência alguma, mas enfim... (não quero nem pensar naquele id!ota agora) Volto a realidade daquele beijo e daquele homem que o dava, e ele para de me beijar e me pergunta... Desconhecido: - Ainda quer sair daqui? (com uma voz que não sei se me levava ao céu ou ao inferno) Eu sem pensar duas vezes balanço a cabeça em sinal de sim... Ele me pega pela mão e me ajuda a se levantar. Quando me levando do banco do bar eu quase caio, pois estava sentada e bebendo todo aquele drink. Ele me ajuda a se manter em pé e me segura pela cintura me guiando até a saída do local. Ele pediu ao manobrista para buscar o carro e logo chega, ele faz questão de abrir a porta do pra mim e eu entro, ele dá a volta no carro e entra e logo começa a dirigir. [...] Não falamos nada durante o trajeto, não estou pensando direito, só olho de lado disfarçadamente para aquele corpo lindo, aquele homem mais que perfeito, dirigindo aquele carrão, e penso... / quero ele pra mim! Quando do nada caio em si e digo a mim mesma... aí meu Deus o que eu estou pensando! E quando vou dizer algo... Ele diz... Desconhecido: - Chegamos. Ele saiu do carro e logo abriu a porta pra mim, pega na minha mão me ajudando a sair do carro (como um cavaleiro), pois o carro dele era bem baixo, um Bugatti Chiron do ano, o carro mais caro da atualidade, mas isso não me importava, luxo e dinheiro não me compravam. Logo ao sair ele fecha a porta do carro, me encostando nela e novamente me tasca um beijo daqueles que tira o folego, sinto uma pegada forte em minha cintura, e sem esperar ele me pega no colo e me leva em direção ao elevador, o elevador já se encontrava no local, ele entra comigo nos braços. (tipo nesse momento eu fico sem reação, não sabia o que dizer, preferi viver o momento e deixar a razão para depois) Vi que ele tinha estacionado o carro no estacionamento de algum edifício, olho para os botões do elevador e vejo que ele aperta o botão do último andar, ou seja cobertura. (ele ainda estava comigo nos braços e que braços, como ele era forte, dava para ver pela blusa social esporte que ele estava usando, os músculos dele pareciam que iriam descosturar aquela costura a qualquer momento, ele era perfeito, todo lindo, um verdadeiro deus grego) Ele me coloca no chão, mas não para de me beijar, com um beijo intenso e envolvente, uma pegada forte que arrepia todo o meu corpo, eu nunca tinha sentido isso antes, meu corpo queimava, pulsava a cada toque do seu corpo ao meu.
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