CAP 22

1217 Palavras

Chiara Hernandez Reviro os olhos ao ver Diêgo na porta. O seu olhar é fechado em raiva, as suas mãos estão fechadas em punhos e o seu maxilar está rígido. Eu continuo aqui quieta, deitada e plena, mas Fernando, fica incomodado. Eles dois não se dão tão bem e isso já faz um tempo. Fernando, é o mais calmo de todos nós e odeia confusão, principalmente se for desnecessária. É do jeito dele mesmo. — Sai daí, caralhö! — Diêgo, rosna já putö. — Eu ainda não acabei a minha bebida, Diêgo... — Fernando, responde tomando mais um gole. — Senta aí e bebe. Tem mais! — Eu mandei sair... — Diêgo repete chegando mais perto. — O apartamento é meu! — Eu tomo a palavra e vou me levantando devagar. — Ele vai ficar e acho melhor você se conter e abaixar o tom de voz. Eu não te chamei aqui! — Fico frente

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