ELOISE Uma batida suave na porta me faz parar o que estou fazendo. Mäl consegui ouvir, pois estou muito absorta no que estou fazendo. — Sim? Há silêncio. — Posso entrar? Olho para o que comecei e depois volto para a porta, viro-me e bloqueio a tela com meu corpo. — Sim. A porta se abre e Christian entra, fecha a porta lentamente atrás de si e me encara do outro lado do quarto. Ele está vestido agora, de jeans e camiseta. Eu não falo. Ele também não. Mas a tensão está preenchendo o quarto. Seja lá qual for a tensão estranha que parece haver entre nós, cresceu a ponto de se tornar quase sufocante. — Você está bem? Você saiu correndo do pátio. Concordo com a cabeça e pigarreio. — Sim. Eu só... senti vontade de desenhar. Estou bem. Ele move a cabeça para o lado como se estivesse te

