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1927 Palavras

Anny narrando... Cheguei tarde da noite com o Anderson, eu ainda chorava muito de raiva daquela mulher imprestável e ódio da cara o Eduardo, como ele vem falar alto comigo e ainda me machucar. As marcas de suas mãos estava em meus braços por conta da força que ele usou ae segurar e ainda veio querer que eu fosse com ele vai se f***r. - Se você continuar chorando assim a mãe e o pai vão acordar aí eu quero ver a desculpa que vai dá a eles (engoli o choro tentando me controlar um pouco) - Não sei nem o que falar a eles quando amanhecer, mas mesmo assim obrigada (ele veio me abraçar e depositou um beijo no topo da minha cabeça) - Você sempre vai ser minha menor, e eu te amo pirralha (sorri, ele sempre tem esse poder sobre mim) - Também te amo, olhei pra cima, me deixa dormi com você (fi

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