12 - O PASSEIO EM FRANKFURT, Júlio

1808 Palavras

- Sim. Eu só queria esclarecer tudo - acordei com Layla falando essas palavras na sala. Ao me levantar da cama, me senti como alguém que não havia descansado nada. Com dor de cabeça, corpo cansado, mas, mesmo assim, fiz um esforço para poder me permanecer de pé. Andei pelo corredor que ligava o quarto à sala como quem estivesse embriagado, me apoiando nas paredes e com uma dor de cabeça infernal que piorava toda vez que olhava para a luz. - Claro, obrigada - disse Layla com o telefone colado à orelha. - Quem era, amor? - falei logo depois de ela ter terminado sua ligação. - Eu liguei para o meu chefe, e ele não atendeu o telefone, então liguei para o escritório dele no Centro da cidade e pedi para a sua secretária, Anelise Hausfaz, dar o recado a ele avisando que houve um imprevisto e

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