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Pixote Acordei no hospital, aquele cheiro de álcool e remédio enjoava. A última lembrança que tinha era do Barão e de toda a confusão que ele causou na minha vida. Quando abri os olhos, vi a Maju e a Luana do meu lado, parecendo um pouco melhor, mas ainda meio abatidas. Fiquei aliviado ao ver que estavam ali, firmeza nas paradas. O hospital era um lugar pesado, e a gente precisava voltar pra comunidade. Maju: “E aí, Pixote! Finalmente acordou, hein? Tava começando a achar que você tinha se perdido nas brumas do sono.” Luana: “Pois é, demorou pra caraca! Todo mundo ficou preocupado. A gente não ia deixar você pra trás, não.” Miriam entrou na sala, toda amparada, mas com um brilho nos olhos. Fiquei pensando no quanto aquela situação era pesada, mas ver ela ali me dava um calor no coração

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