Miriam Após um mês inteira no hospital, finalmente estava de volta em casa. O cheiro familiar da minha roupa, a luz filtrada pela janela — tudo parecia diferente, como se cada canto me abraçasse de volta. Mas o que eu realmente ansiava era o CL. A saudade queimava dentro de mim, e a expectativa de vê-lo novamente me deixava inquieta. Quando a porta se abriu, meu coração disparou. CL entrou, e a intensidade nos olhos dele me deixou sem palavras. Ele estava com a mesma expressão protetora e possessiva que sempre me fez sentir segura, mas também tinha um brilho de desejo que me deixava tensa. Miriam: Oi, CL. CL: Oi, meu bem. Ele se aproximou, e o calor do corpo dele era quase palpável. Nossos olhares se encontraram, e a conexão entre nós era instantânea. Ele deslizou a mão pela minha cin
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