Rizzoli estava na varanda de Moore, balançando triunfalmente a sacola hermética que continha o colar. — Pertencia a Diana Sterling. Acabo de falar com os pais dela. Não sabiam que estava sumido até eu ligar para eles. Moore pegou a sacola mas não a abriu. Apenas a segurou, fitando o colar de ouro enrolado dentro do plástico. — É o elo físico entre os dois casos — disse ela. — Ele pega um suvenir com uma vítima. E o deixa com a seguinte. — Não posso acreditar que deixamos escapar esse detalhe. — Ei, nós não deixamos escapar. — Você não deixou escapar. — Moore lançou-lhe um olhar que a fez sentir três metros mais alta. Moore não era o tipo de sujeito que costumava parabenizar os outros. Na verdade, ela não conseguia lembrar de tê-lo ouvido algum dia levantar sua voz, por raiva ou empolgação

