O dia amanheceu pesado, como se o céu estivesse refletindo a tensão acumulada no morro. Guilherme e Letícia estavam na frente do centro comunitário, observando a movimentação dos moradores que se preparavam para o que poderia ser um dia decisivo. A energia era elétrica, uma mistura de medo e determinação pairando no ar. “Precisamos reforçar as patrulhas nas entradas do morro e ficar atentos a qualquer movimento suspeito,” Guilherme disse, seu tom grave. “Concordo. Vamos dividir as equipes em turnos e garantir que todos estejam em contato. Não podemos deixar que eles se movam sem que saibamos,” Letícia respondeu, mostrando sua habilidade em organizar a comunidade. À medida que o dia avançava, os moradores se mobilizaram. Cada um tinha um papel a desempenhar, e a sensação de união era pal

