Os dias que se seguiram ao confronto na praça foram marcados por um silêncio tenso. O morro estava em alerta, e os moradores se reuniam regularmente para discutir estratégias de defesa. Guilherme e Letícia continuaram a liderar as reuniões, mas a incerteza pairava sobre todos. Diego havia deixado claro que voltaria, e a comunidade precisava estar preparada. “Precisamos de um plano de contingência. Se eles voltarem, precisamos garantir que todos saibam o que fazer,” Guilherme disse durante uma das reuniões, sua voz firme, mas sentindo a pressão que crescia sobre seus ombros. “Podemos criar grupos de alerta, com pessoas responsáveis por avisar o restante da comunidade se algo acontecer,” sugeriu Paulo, um dos moradores mais experientes. “E precisamos garantir que todos tenham uma maneira d

