(Ryan Hernandes) — O que quer, cara? — Bernardo me olha desconfiado. — Não posso te chamar para beber casualmente? – Pergunto franzindo as sobrancelhas, ele ri virando todo o conteúdo do copo de uma vez. Estamos em um bar bem conceituado e perto da empresa. — Acha mesmo que vou acreditar que sacrificou seu tempo para ficar aqui de boa comigo? Fale logo, não vim aqui atoa. — Bernardo dobra os punhos da camisa social. Pedimos outra bebida que não demora a chegar. — É o seguinte, preciso da sua ajuda. – Empurro o copo vazio para o centro da mesa. Chega, não posso chegar em casa bêbado. — Preciso que encontre algumas mulheres para mim. Bernardo explode em gargalhadas que levam minha paciência pelos ares. Leva alguns minutos para que consiga parar. — Desde quando precisa de ajuda? Está

