TRISTAN Dominic olha para mim em choque e passa a mão pelo cabelo. Acabei de lhe contar sobre o sonho de Isabella e ele está tão atordoado quanto eu. Decidi descer para o quarto dele quando Isabella voltou a dormir. É de manhã agora. O sol acabou de nascer e parece que temos peças do quebra-cabeça se encaixando para formar algo. — Ela não sabia quem ele era? — Dominic pergunta. — Não. Ela o teria visto pela primeira vez quando tinha dez anos, — explico. — Então, novamente, quando tinha doze anos. Não o viu desde então e não tem ideia de quem ele é. Kruv' omertà. Tem que ser o nosso cara, Dominic. Você não acha? Não posso acreditar na coincidência. — Eu acho que é uma pista e tanto, especialmente se ela puder identificá-lo. Tenha em mente que estamos falando de dez an

