EMELIA Antes que eu perceba, estamos de volta em casa. Os portões se abrem antes mesmo de alcançá-los, e os guardas no portão nos observam, olhando-o me carregar. Ninguém diz nada. Nós apenas continuamos. As portas se abrem para nós também, e espero que ele me coloque no chão, mas ele não o faz. Continua me carregando. Seguimos em direção ao meu quarto, mas seguimos por um caminho que não me foi mostrado. — Para onde vamos, Massimo? — Meu quarto. Eu quero você na minha cama. Você estará na minha cama a partir desta noite. Vou levar suas coisas amanhã. A espontaneidade dessa decisão deveria me desequilibrar, mas isso não acontece. Em vez disso, estou olhando para ele. Estou trilhando esses caminhos perigosos novamente, não apenas como um pensamento em minha mente, mas

