Pensei tanto e não decidia nada. Fiquei com o celular na mão, fitando a tela à espera de uma luz e nada veio. Cansada da indecisão, resolvi mandar apenas a mensagem “li a matéria” para o contanto dele. Ele saberia o que aquilo significava. Só a iniciativa de o desbloquear, enviar aquela mensagem, já dizia muito. A resposta parecia levar uma eternidade para chegar, questionei até se estava sendo ignorada. Mas Felipe me respondeu indo direto ao ponto: “Quer conversar?”. Eu tinha mesmo muita coisa para dizer e perguntar depois da leitura e não dava para fazer pelo celular, seja por mensagem ou por ligação. Precisava olhar nos olhos dele, ver nas expressões do rosto dele, a verdade. Respondi, enviando um “sim”. “Quando?” – Me perguntou de volta. Pensei sobre quanto tempo conseguiria ag

