Capítulo 121

1997 Palavras

MARIA Ao abrir a porta e fechá-la em seguida, virei procurando por Maicon no ambiente escuro, mas que era possível enxergar com clareza, devido uma luminária tripé acesa no canto da parede. Quando o vejo, arregalei meus olhos em choque ao encontrar o Maicon ajoelhado no chão, com a mão no peito e a respiração ofegante. — MAICON! — Exclamei alto. Ele me fitou aparentando estar angustiado. — E... Eu... Não consigo... Respirar. — Ele sussurrou com a voz entrecortada, como se pedisse ajuda a mim, não disfarçando estar indefeso. — Calma. — Pedi correndo até ele e me ajoelhei ao seu lado. — Isso é um ataque de ansiedade. Respire fundo e expire... Assim. — Peço demonstrando a ele, que me fitava em desespero. — Cheire as flores e assopre as velinhas. Cheire as flores e assopre as velinhas. Is

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