-Meu Deus, meu Deus, meus Deus.-Murmurei não acreditando. Não pode ser real. Vou fechar os olhos e quando abrir, vai ter tudo sumido. -Por que fechou os olhos?-Sam perguntou. Abri os olhos. Tudo do mesmo jeito. -Corre.-Disse apenas. Respirei fundo e contei até 10. Rafa disse que contar até dez pode me ajudar a manter a calma. Sam coçou a cabeça, mas não saiu do lugar. -Olha amor, foi só um joguinho...-Ele tentou se explicar. -Um joguinho de futebol dentro de casa, Samuel! Não bastava parar quando quebrou o abajur da sala? Tinha que sai correndo atrás da bola derrubando tudo que tinha pelo caminho, pisando no lençol novo da cama, pisando no sofá novo, jogando lama na m***a das paredes brancas?-Gritei. Sam teve a brilhante ideia de reunir uns amigos da faculdade naquele dia e um del
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