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2756 Palavras

Antes de imergir, uma lágrima escorreu na face de Sigmund. Aldous lançou o corpo ao canto, como sempre fazia com o menino, como se fosse um objeto e assumiu uma postura ofensiva. A Loucura animou-lhe, alimentada pelo trágico luto que o tomou. Uma aura vermelha o cobriu, enquanto incontáveis lágrimas de sangue escorreram por seu rosto. Após duas horas, Aldous passeou com sua sinfonia na lira para desacordar Sigmund, e caiu sentado, respirando fundo. A energia dissipou-se e o corpo ilusório da mulher desfez-se. Chase precisou intensificar o uso de energia para aquietar as agulhas irritadiças, tomou uma e aproximou-se de Aldous. — Meu pai, vinho!? Aldous assentiu, incapaz de vocalizar dada a falta de ar. — Ajudarei, mas só no mastoide, tudo bem!? Aldous riu. Chase acariciou seu rost

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