2846 Palavras

Sigmund acordou no quarto de Althea, ela estava prostrada no altar. Uma dor de cabeça aguda o incomodava. “Tomara que não tenha dormido muito.”, desejou, enquanto sentava. Refletiu sobre o dia anterior. Para manutenir sua sanidade evitou lembrar dos momentos em que estava “estranho”, afinal a mera lembrança da sensação espalhava arrepios por seu corpo. Buscando distrair-se, aproximou-se de Althea. Ela tinha paz no semblante, algumas lágrimas corriam por sua face. Sigmund se comoveu, mas não atrapalhou, sentou para aguardá-la. Terminando sua oração, ela surpreendeu-se com o menino ao seu lado, mas não comentou, beijou sua testa, dizendo: — Bom dia, pequeno Sigmund. Descansou bem? — Por que chora? — perguntou, enxugando suas lágrimas. — Choro pela vida. — Você está doente? — Preocu

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