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2647 Palavras

Sigmund despertou, deitado em uma cama confortável. Observou o cômodo e a arquitetura era diferente. Uma das velas de um castiçal, próximo à porta, mantinha o nível baixo de luz possibilitando-o ver a acomodação. As paredes eram ornadas com escritos, acesos com um leve brilho fátuo. Havia uma mesa de cabeceira próxima — com livros e cadernos de partitura em branco, canetas-tinteiro e tinta nas gavetas. Um jarro com água e uma caneca de barro vazia, estavam sobre a pequena mesa. Sigmund sentou, observou estar vestindo calças largas; o tronco estava enfaixado, embebido por um unguento de cheiro bom. Ele se levantou e foi ao armário nos pés da cama, onde encontrou alguns quítons — vestes gregas — negros, sandálias de tamanhos variados, feitas com tiras de couro trançadas. Uma partitura

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