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2131 Palavras

Sigmund desceu, ignorando os olhares e os murmúrios dos aprendizes. Chegando no plateau, ele abriu um largo sorriso, olhando ao redor. Ajoelhou-se próximo a um dos muitos lírios petrificados. Era energia cristalizada, mantendo-os intactos, vivos, em seu interior. — Como sabia!? — questionou, acenando em negativa. — Claro! Ele sabe de tudo, Sigmund… — ironizou. “Pude lembrar e vir com Epifron Chase. Sabia que gostaria.”, ele riu. — É seguro tocar!? “Creio que sim… se não for, eu lido com os danos.” O cristal era tão gelado a ponto de queimar a ponta dos dedos. Ele arrepiou-se com a dor, mas sua energia cobriu sua mão, como uma luva, lidando com os danos do congelamento. “Assim aprendemos que não…”, gargalhou. Sigmund acabou rindo também. “Ele chegou!” — Ele quem!? — Ele olhou ao

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