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2591 Palavras

Aldous degustou sua meia taça pacientemente. Suas projeções para o futuro foram interrompidas quando Sigmund chegou. — Olá, monge! — Sorriu, terminando o vinho e levantando. — Mestre… — cumprimentou, incomodado com o maldito apelido, porém, cansado de retrucar. — Hm… parece que aprendeu sobre cosméticos — elogiou, rindo. — Epifron ajudou. — Gosto da etiqueta e do cuidado consigo. Temos dois meses e meio à frente. Não ingerirá absolutamente nada, então economize-se para sua sinfonia nutrir seu corpo. Sim! É perfeitamente possível. Sigmund assentiu, ignorando os questionamentos de sua cabeça. — As próximas horas serão atribuladas. Estenderei o treino, logo, com prudência, pouco se ferirá. Por minha vontade, a escadaria lhe cederá, ininteligivelmente, conhecimento. A grande epopeia de

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