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2559 Palavras

Um ar gélido tomou o templo, perfumando-o docemente. Todos silenciaram e apenas a sinfonia agitada do vento lá fora podia ser ouvida. Os mestres e responsáveis das crianças, juntaram-se próximos à entrada deixando os aprendizes a frente de Althea, sós. — À lágrima que habita seu íntimo, dou vida, crianças! — Ela orou. A estátua verteu uma lágrima e o som de seu toque no chão ecoou. O vento cessou e a lágrima dividiu-se em muitas outras, viajando por entre as crianças e jovens. A pequena gota aproximou-se de Sigmund como música. O gélido ponto em seu peito pulsou, ansiando por aquela parte de si. Sigmund franziu o cenho, pôs a mão no peito, tomado por uma saudade avassaladora, como luto. *** Olhando ao redor, viu-se num lugar diferente. As crianças diferiam. Os motivos nas paredes,

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