Luke narrando: — Filho… — a voz de Anton veio atrás de mim, me fazendo parar. Joguei a pilha de roupas que estava em minhas mãos na mala que eu estava enchendo, antes de me virar e olhar para ele. — Sim? — Minha voz não continha nada além do pouco de respeito que eu ainda tinha pelo homem, indigno do jeito que estava, e a pura frieza que, apesar de tentar, eu não conseguia esconder. — Eu queria… — ele passou a mão pelo cabelo nervosamente. — Podemos conversar? Seus olhos se voltaram para meus pertences que agora estavam sendo embalados nas poucas malas à minha frente, antes de se voltarem para Nina, que estava sentada na poltrona olhando sem entusiasmo meus poucos artefatos que colecionei ao longo dos anos. A única coisa boa que Sophia fez nos últimos dias, depois que nosso divórcio f

