Ainda não consigo evitar a sensação incômoda de me perguntar onde ele poderia estar para ter que trocar de terno. Ele está casualmente encostado na porta com as pernas cruzadas na altura do tornozelo, como se já estivesse ali há algum tempo, observando, ganhando tempo como fazem todos os predadores. Para o azar dele, não sou uma presa. — Não violei a privacidade de ninguém. Estou surpresa com o meu tom frio enquanto coloco calmamente o álbum de volta na gaveta. — Você voluntariamente me trouxe para dentro da sua casa e se esqueceu de colocar as regras sobre liberdade de movimento onde eu possa vê-las. — Você deve estar melhor se a sua língua voltou ao seu passatempo favorito que é responder. Na verdade, a minha língua está dolorida e dói pra car*alho, mas isso não significa que vou ca

