Com movimentos de caranguejo, ela tenta se levantar, estremece e depois cai para trás com a graça de uma pena quebrada. Mas como ela é mais teimosa do que um sapato de couro italiano, ela tenta se levantar novamente. Desta vez, eu a empurro de volta para baixo com uma mão firme, mas gentil. — Você não está em condições de sentar, muito menos ficar de pé, então, a menos que planeje sangrar no meu chão e esfregá-lo pessoalmente, fique deitada. — Que encantador. Ela suga uma respiração dolorosa. — Encantar você é a última coisa que eu estou procurando, e eu não dou a mínima nenhuma se você pretendia vir aqui ou não. Você fez de qualquer maneira, e você ainda não respondeu à minha pergunta. Ela olha para minha mão que está descansando casualmente em seu ombro. Mais uma vez, não com força,

