Manu sabiamente pediu licença e saiu da cozinha me deixando sozinha com a fera. - Eu estou no meu horário de trabalho. - digo tentando não me intimidar com ele. - Você não parecia estar trabalhando enquanto fofocava com sua amiga. - ele diz com escárnio. - Por um acaso a escravidão já acabou e somos permitidos de beber água durante o trabalho. - digo com mais escárnio ainda. Parece uma competição. - Não me provoca. - ele diz entre os dentes em um tom ameaçador enquanto se aproximava de mim. - Já percebeu o quão fácil você é provocado? Talvez o problema esteja com você? - mantenho o mesmo tom de voz tentando não transparecer o vulcão que eu estava por dentro com a aproximação dele. Ah se ele soubesse dos sonhos que eu andava tendo com ele. - Amanda, eu... - Gabriel entra na cozinha n

