No tempo previsto o carro estacionou na rua em que passei a maior parte da minha vida e em frente a casa que eu conheço tão bem. Eu m*l havia saído do carro quando o portão se abriu revelando uma arrumada Dona Ângela, ela não acostumava sair menos produzido do que aquilo. - Amanda! - ela disse vindo em minha direção. - Como foi de viagem? - perguntou me abraçando. - Foi tudo bem, mãe. - respondi retribuindo seu abraço. - Davi, não acredito que é você! - ela logo me solta e se vira em direção a seu sobrinho. - Como você cresceu e está lindo. - E já para você parece que o tempo não passou, continua a mesma, tia Ângela. - Sempre educado. - ela diz segurando nos braços dele. - Vamos entrar, meu querido. - Não, tia, meu pai está me esperando em outro momento eu fico. - se desvencilha, ele

