* * LUNA NARRANDO * * - - - - - - - - - - - - - - - - Acordo um pouco enjoada e sinto uma tontura. Abro os olhos devagar por conta da claridade, olho para os lados e não tem ninguém. Me vem à memória o que aconteceu, o arcanjo. Meu Deus, cadê ele? Levanto-me sentindo uma dor insuportável. Dou dois passos e o médico entra. - Tá doida, Luna? Vamos deitar agora, menina, você não pode ficar andando por aí - ele fala, e as enfermeiras me levam de volta à cama. - Cadê o arcanjo, doutor? - pergunto com um nó na garganta, e ele me olha. - Está aí fora esperando para te ver. Fica tranquila, ele está bem - ele fala, e eu suspiro aliviada. - E o meu filho? - ele engole seco, e meu coração aperta - Ele não... - Sinto muito, Luna, mas o bebê não resistiu - ele fala, e meus olhos se enchem de lá

