Gabriel Pisco meus olhos sentindo minha mente pesada. Tento mexer meu corpo e sinto dor na minha perna que me faz soltar uma lufada. Recobro o sentido abrindo meus olhos e vejo a luz branca em cima de mim. Olho para os lados e vejo que estou em uma cama de hospital sozinho. Desço o olhar para minha perna direita engessada e meu pé formigando. As últimas lembranças fazem meu corpo tensionar de ódio. Maldito Covalkin, desgraçado! Entrou em mim na maldade. Filho da p**a quis me tirar na intenção mermo. Desgraçado. Ouço os batimentos do aparelho do meu lado apitando e uma enfermeira aparece vestida de azul, falando em inglês. Enfermeira — Fique calmo Gabriel. Eu vou chamar o doutor pra te avaliar. Não fique nervoso! _ Diz ela com as mãos abertas erguida e eu gemo de dor puxando o ar. Não

