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1493 Palavras

Rafael Ela não diz nada, apenas faz o que eu mando e se acomoda na minha garupa, segurando minha cintura com certo receio. O vento bate e eu sinto ocheiro do seu perfume que ainda é o mermo cheiro doce de morango. Levo ela pra minha casa. Quando chego, espero ela abrir o portão e guardo minha moto. Ela não diz nada em nenhum momento, até que eu entre com ela em casa e sentamos no sofá. Encosto minha costa no encosto do sofá, tiro meu boné e a regata, sentindo muito calor e ela continua mantendo o silêncio, sem olhar pra mim. — Coé? Tá quieta assim porque? _ Olho serio pra ela que está mordendo a boca, apertando as pontas do dedo Vivi — O que você quer comigo? _ Ela pergunta olhando pra mim e desvia o olhar estalando os dedos — Tá nervosa assim, porque? Tá devendo? _ Ela fica em silê

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