Marcela. Assim que deu 11:30 fomos pra casa da minha mãe. O Matheus não perde uma oportunidade de mandar cantada pra minha coroa, tá pior que o Miguel. As pessoas mostram bastante respeito a minha mãe, por onde passamos todos falam, agradecem por algo, já alguns apenas baixam a cabeça. -Tá perto?- perguntei pela segunda vez. -Quero saber quantas vezes você vai perguntar isso hoje- a minha mãe murmurou impaciente. -Tô perguntando mesmo, porque não chega nunca- tentei me justificar. -Já mandei ter paciência, estamos perto já- revirou os olhos sem paciência. Fiquei calada, porque se for rebater acaba em uma discussão por bobeira, é muito complicado lidar com alguém que tem o mesmo gênio que você. Até que tem uns vapor gatinhos aqui, se o Pipa pega um pensamento desses, me mata Haha.

