Heloísa Britto. - Me solta! - empurro ele e limpo os meus lábios. - COMO SE ATREVE? - Não grite comigo, Britto! - ele agarra o meu braço esquerdo e aperta com força. - Eu tenho nojo de você, Canário. - cuspo em seu terno de grife fazendo o mesmo me soltar. - Já acabamos a nossa conversa! - pego a minha bolsa e saio do escritório sem olhar novamente para o rosto daquele cretino. O cuspe que dei naquele o****o não é nem metade da raiva que sinto por aquele medíocre! Ele destruiu não só os meus sentimentos como também toda Paraisópolis que chorou com a perda de um líder piedoso e bom. Desço devagar o morro, pois havia estacionado o meu carro na entrada, paro um pouco para descansar e quando reparo a rua vejo que estava em frente a casa daquela mulher. Observo o quintal sujo e as janelas

