capítulo 22

921 Palavras

Talibã narrando Eu não sou de ficar parado pensando muito, não. Principalmente quando tem coisa pra resolver. Depois que deixei a mina lá no quarto, ru sai de casa, subi na moto e voltei direto pra boca. Não gosto de perder tempo e, com o morro do jeito que tá, sob ameaça, qualquer vacilo pode custar caro. Cheguei já olhando o movimento. Normal. Os vapores na atividade. Os cara na contenção. Tudo fluindo do jeito que tem que ser. Assim que parei, um dos moleques veio na minha direção. — Patrão… Só pelo jeito dele falar, já sabia que vinha alguma coisa. — Qual foi? — A moradora nova brotou aqui agora há pouco… Franzi a testa. — Fazendo o quê? — Atrás do Zóio… tava bolada. Aquilo me soou estranho. Muito estranho. Mas não demonstrei. Só balancei a cabeça. — falou. Nem perguntei m

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