Castiel ria entrando atrás do outro. - Não vejo há hora.
(ʃƪ^3^)
As duas estavam sentadas no bar e restaurante.
– Olha só, eu sei que é difícil, mas o Nath vai pensar nisso com carinho e em alguns dias tudo estará bem. Só é complicado agora. - A de cabelos brancos explicava.
– Eu sei, mas não quero que ele pense no maldito do pai dele. - Olhava para a amiga. - Eu acho que quero esse bebê, eu estou assustada também. Eu estou com medo. Sei que isso é complicado para ele. Mas ao mesmo tempo meu peito se enche de amor com a ideia desse bebê.
– Então pronto. Liga para o Nath e diz isso para ele. Diz agora. - Entregou o celular para ela. - Eu espero aqui.
– Você tem razão. - Se levantou determinada segurando o celular.
Se afastou para ligar, se aproximou do bar e discou apoiando o celular contra a orelha.
Um homem no bar atendeu e ela imediatamente ergueu as sobrancelhas.
– Nathaniel... Você está bebendo outra vez? - Ergueu as sobrancelhas.
– O quê? Não! Estou almoçando com Castiel. - Disse franzindo o cenho.
O ruivo bateu o cotovelo nele e apontou para a loira.
Nath desligou o celular e ergueu as sobrancelhas olhando para ela.
– Oi Anne. - O músico acenou.
– Oi Cazinho. - Ela desligava o celular olhando para o marido. - Podemos conversar?
– Claro. - O loiro assentiu e os dois se afastaram um pouco.
Sebby olhava para frente esperando pela amiga, quando viu uma cabeleira castanha passar por entre as mesas. Franziu o cenho. Parecia familiar, ao mesmo tempo um calafrio percorreu seu corpo.
Castiel olhava a distância para o casal conversando. Parecia que tudo estava bem, eles se abraçavam e choravam juntos. A conversa entre eles havia ocorrido bem.
Os dois retornaram.
– Desculpe Cazinho. Pode ficar com ele agora. - Annabeth trouxe o marido até o amigo.
– Que droga, tinha esperança de me livrar dele. - O ruivo sorriu.
– Ha ha. - O loiro forçou uma risada e se sentou do lado do outro no bar em seguida.
– Bom meninos, vou voltar para a Bibi que está me esperando. - Sorriu com doçura. - Até mais tarde. - Passou a mão pelas costas do marido.
– Bibi está aqui? - Castiel ergueu as sobrancelhas.
– Ela veio almoçar comigo. Vem ver ela. - Acenou.
– Eu espero. - Nath sorriu.
O músico imediatamente seguiu com a loira até a mesa.
Chegou por trás da esposa e a beijou o rosto com carinho. Ela imediatamente apoiou a mão no tórax se assustando.
– Céus, quase tive um ataque do coração. - Olhou para os olhos cinzas.
– Espero que por eu ser bonito demais para você suportar. - Sorriu olhando para a esposa.
– Não, pelo contrário. - Riu olhando para ele. - O que faz aqui?
– Vim almoçar com Nath. - Beijou o rosto da esposa, apoiando a mão na mesa e a outra na cadeira para cheirar o pescoço dela.
– Estranhamente Cazinho parece ter ajudado o Nath a digerir a situação atual. O que me impressiona. - A loira sorria.
– Eu já disse. Eu gosto de crianças. O meu problema é outro. - Se ergueu.
– Seu problema é me dividir? - A de cabelos brancos olhou para ele.
– Exatamente. - Beijou o rosto dela outra vez. - Até mais meninas.
As duas acenaram para ele.
– Eu acho fofo. - Annabeth riu apoiando a mão na boca.
Sebby soltou um longo suspiro cruzando os braços. - Talvez eu devesse fazer como você e ser sincera com ele.
– Achei que vocês eram extremamente sinceros um com o outro. - A modelo ergueu as sobrancelhas curiosa.
– Somos... Mas tem um motivo a mais para eu querer um bebê. Não é como se eu estivesse com instinto de maternidade. Cassy fica muito tempo as vezes em turnê e eu não posso ir em todas por causa do café. Eu sinto muita falta dele e me sinto muito sozinha. No fim das contas... Eu queria o bebê não só porque acho o momento certo, mas por sentir falta dele e essa solidão. É estranho, Castiel me trata como uma rainha quando está em casa. Acho que me acostumei m*l. É um motivo egoísta? Eu nem havia pensado no parto quando propus ele para me engravidar. - Gesticulava com o olhar aflito.
– É uma razão totalmente valida. Eu acho que ele não hesitaria de te dar um bebê se ouvisse o verdadeiro motivo. - Pegou delicadamente o garfo sobre a mesa.
– Mas ele sempre me pergunta se eu não me sentia m*l de voltar para o apartamento vazio quando ele não está... Eu sempre disse que não me importava, por... Ele viveu a vida toda sozinho e eu não quero atrapalhar o sonho dele. Perigoso ele cancelar uma turnê só porque eu disse que em sinto só. Isso é como dar um tiro nele. - A de cabelos brancos cruzou os braços e outra vez viu a cabeleireira castanha passar por entre as mesas.
– Mas agora você tem a solução, ter um bebê é a solução para os dois. Ele não te deixa sozinha e você acaba com a sua solidão. - A loira sorriu. - Conversa com ele.
– Depois... Vou pensar melhor sobre isso. Ainda posso seduzir ele. - Deu um sorriso safado.
– Você está se divertindo com isso né? - Ela riu.
– Nem tanto. Mas se tornou algo pessoal. Eu preciso provar para ele que eu consigo fazer ele me levar para cama. - Pegava a taça sobre a mesa. - Ele feriu meu ego.
A loira riu. - Eu entendo. Você lembra da faculdade?
– Não sei do que está falando. - Sebby riu olhando para os imensos olhos verdes da amiga.
– Bom, deixa eu refrescar a sua memória. Quando estávamos saindo do Snake Room, nas férias do último ano. Que você insistiu a noite toda para ele te levar para o apartamento dele. - Annabeth sorriu. - Acho que não é questão de ego, é questão de você ser uma safada.
Ambas riram.
(。・//ε//・。)
Sebby entrou no apartamento colocando as chave no pote ao lado da porta, retirando a bolsa e o sobretudo.
– Não entra ainda, eu estou sem camisa. - Podia ouvir a voz do marido.
– Agora que eu vou entrar mesmo. - Ria olhando em direção ao quarto. - Por que está sem camisa em plena tarde?
– Eu não sabia que tinha horário para pode ficar sem roupa. - Vestia a camisa indo em direção a esposa.
– Eu esqueço que se dependesse de você nem roupa usaria. Ainda tenho certeza que um paparazzi vai te fotografar de cueca e vender por milhões. - Enrolava os fios de cabelo em um coque.
– Vai ser um pesadelo para você se acontecer. - Sorriu beijando a testa dela. - Como foi seu dia?
– Bom. Anne e o Nath conversaram e decidiram lidar com a situação juntos. Como o quê nós esperávamos. - Suspirava o olhando nos olhos. - E nós dois?
– Eu não quero falar sobre isso. - Ele seguiu até a cozinha.
– Castiel... Meu amor. - Seguia ele. - Você tem outra razão para não me dar um bebê?
– Tenho várias. Você nunca se demonstrou extremamente interessada em ser mãe. Por que agora Sebby? - Ergueu as sobrancelhas para ela.
– Por quê agora estou pronta. - Cruzava os braços. - Eu quero muito isso. Eu já disse tudo que poderia, eu não sei mais como te convencer.
– Eu penso o mesmo, só que pelo lado ao contrário. - Olhava nos olhos dela.
– Eu vou fazer uma inseminação artificial então. - Dizia com tom sério.
– O corpo é seu, você faz o que bem entender. - Pegou a garrafa de água na geladeira abrindo.
– Me dá seu sêmen em um potinho então. - Olhava nos olhos dele.
O ruivo riu olhando para ela. - Óbvio que não, comigo só do jeito tradicional. Com