Capitulo 5

2088 Palavras
Logo depois foi a vez do meu time, seríamos vilões, e lurariamos contra a equipe B. Todoroki Shoto e Shoji Mezo. Vai ser complicado já que o Todoroki tem um ótima individualidade em combate e Shoji em localização. Decidimos esconder a bomba no quarto andar. Hagakure logo retirou as luvas e os sapatos –Alguém tem um plano?– pergunta Ojiro, ainda falta alguns minutos para os heróis entrar aqui. –Digamos que sim.- geralmente essa parte fica com meu irmão, mas tenho que colocar a cabeça para funcionar.- um de nossos oponentes é bom em combate e outro vai nos localizar assim que entrar aqui. Um combate é inevitável, a não ser que o Todoroki congele tudo.– falo pensativa –Ele não seria tão forte assim.– Hagakure protestou – ele é apenas um estudante –Um estudante filho do herói número dois e que entrou por recomendação, não devemos subestima-lo –falo para a garota invisível. –se ele congelar tudo, estaremos quase perdidos. Mas caso isso não ocorra, estaremos em maior número e com a vantagem de ter alguém invisível com a gente. Será fácil uma emboscada e capturar. –Entendi, como eles não podem me ver, eu posso capturar eles.– fala a garota animada. O prédio começou a ficar frio, começo a voar. –Hagakure, Ojiro me deem a mão, agora. –infelizmente eles ficaram presos ao chão. –Eu estou presa- fala Hagakure pelo comunicador –ele congelou tudo, como a Takashi disse estamos perdidos. –Você esqueceu do quase, quase perdidos– respondo a ela pelo comunicador. Fui até Ojiro, dei um soco no gelo que prendia os pés dele –PARA, para, isso doi. Só tenta proteger a bomba– confirmo com a cabeça Pensa garota, pensa. Daqui a pouco o Todoroki vai entrar aqui, não vou poder lutar direito, já que tenho que proteger uma bomba e um amigo. Já sei. Dou um leve sorriso de lado. Vou até a bomba e arranco ela do gelo. Estamos no quarto andar, há mais um. –Seja lá o que estiver pensando, vai logo.– Ojiro me apressa. Voou para o meio da sala dou um soco no teto quebrando o gelo e abrindo um buraco. Pego a bomba e a levo para o último andar. Coloco a bomba em um lugar seguro, voou novamente, para o meio do quinto andar. Dou um soco abrindo outro buraco, porém não levo a bomba para o telhado. Retiro minha luva e toco na bomba, deixando bem pequena, coloco em um lugar onde nenhum dos garotos iria pegar, no decote do meu uniforme. Logo fechei o zíper –Oonde está a bomba e a Takashi?– escuro a voz de Todoroki –Fala para ele eu eu fugi pelo buraco no teto– falo para Ojiro pelo comunicador. E é isso que ele fala para Todoroki. Não demorou muito para um Todoroki surgir pelo buraco em cima de um pilar de gelo. –Onde está a bomba Takashi?- ele pergunta sério, percebi que Todoroki está sempre serio Não falei nada, apenas apontei para o buraco que eu fiz no teto do quinto andar. –Estratégia interesante- ele já ia continua a crescer o pilar de gelo –Não tão rápido, tem que passar por mim.– chamo a atenção do garoto –Estou sem tempo para lutar com você- ele fala e me prende em uma prisão de gelo. –Ele me deu um fora? Ojiro, Hagakure, vocês ouviram isso– falei pelo comunicador. –Sim Takashi-san, foi horrível– responde Hagakure. –Takashi a bomba– fala Ojiro -não se preocupe, confia.- falo dando um soco no gego, que logo e quebrado Dou um soco no pilar de gelo do Todoroki, fazendo-o quebrar em pedaços. Logo Todoroki surgir em minha frente. –Sua equipe está presa, você está sozinha, porque mentiu para mim?– pergunta o meio ruivo. –Porque eu sou vilãn, é isso que vilões fazem- dou um sorriso psicopata e assustador – eu vou te expludir Todoroki Todoroki fala algo pelo comunicador, ainda temos 9 minutos de teste, é só enrolar ele, não deixar nem ele nem o gelo chegar perto de mim. Seria tão maus fácil se ele usasse fogo, já que minha roupa é toda aprova de fogo. Todoroki se prepara para lutar, algumas penas saem de minhas asas e vai em direção ao meio ruivo, que desvia das explosões facilmente. –Vamos lá Todoroki, não me de trabalho, seja bonzinho– faltam oito minutos. O frio não ajuda minhas explosões estão menores e eu preciso fazer muito esforço para voar. Ele lança gelo em mim, no qual eu desvio voando para outro lado. –Você está lenta, o frio diminuiu sua velocidade, desista Takashi– fala Todoroki. Ojiro e Hagakure foram capturados por Shoji. Então ele deve chegar aqui em pouco tempo, merda. Já é difícil cuidar apenas do Todoroki, com o Shoji aqui vai ser mais complicado. –Eu estou lenta? Não, eu estou brincando com você, não preciso de toda a velocidade– falo dando uma cambalhota no ar –Não me subestime– Todoroki lança gelo em mim novamente, eu o quebro com um soco. –já estou fazendo isso, Todoroki-kun– o provoco. Suspiro, voou até Todoroki desviando do gelo que era jogado em mim, dou um soco, mas ele desvia. Shoji chega na sala, faltam sete minutos, isso está complicado, tem o frio e ainda por cima, dois inimigos. Todoroki usa seu gelo novamente, porém era uma distração, percebi a fita de captura que Shoji lançou em minha direção. Desviei do gelo indo em direção à fita, segurando ela e a puxando, como Shoji estava segurando a outra ponta da fita ele veio junto. Dei um soco deixando o garoto atordoado, logo o prendo com a fita que ele tentou me prender. Só falta um. Todoroki é o cara mais chato de derrotar. Faltam cinco minutos para a prova acabar eu estou completamente acabada. Tento outro soco, não estou mais tão rápida como antes. Todoroki segura minha mão, me gira e joga para outro lado da sala. Minhas asas não estão a mostra, estou quase no limite. Pensei que tendo uma individualidade forte, ele não seria bom em combate corpo a corpo, mas eu estava enganada. Ele avança com gelo, eu o quebro, minha força também diminuiu. Trocamos alguns socos até ele me acertar na bochecha, por reflexo coloco minha mão no local. Sinto meu corpo ficar menor, retiro a mão do rosto, percebo que estou sem luvas, olho em volta e a vejo jogada no chão. Deve ter caído quando o Todoroki segurou minha mão e me arremeçou. –Mas o que está acontecendo aqui?– pergunta o meio ruivo com a cabeça de lado Olhei meu reflexo pelo gelo, eu estava do tamanho de uma garota de no máximo 4 anos. Enquanto eu olhava meu reflexo, Todoroki me capturou. Logo depois descongelou o prédio. Pego minha luva do chão e tento diminuir, mas não consigo. Pelo visto esse corpo ainda não tem individualidade. Coloco a luva mesmo que fique grande. Vejo Todoroki quase sair da sala –aí, me espera. Não consigo andar tão rápido com esse tamanho– falo correndo até Todoroki –Sem contar que estou cansada. –O que quer que eu faça?– pergunta Todoroki. Ele estava confuso –Não sei– respondo. Eu sinceramente não sei Ele dá de ombros e me pega nos braços, como se eu fosse uma criança de 4 anos, tequinicamente eu sou, mas isso está sendo constrangedor e hilário. Todoroki me coloca no chão assim que chegamos na sala de monitoramento. –O que foi isso, Takashi-san– Kirishima foi o primeiro a pergunta. –minha estratégia estava indo bem, eu sabia que se Todoroki congelase o prédio eu agiria completamente sozinha, minha intenção era ganhar tempo, não deixando ele pegar a bomba– abro o flash da roupa e retiro o pequena bomba. –e não deixando ele capturar todos nós. O problema é que o frio diminuiu minha velocidade e a força das minhas explosões, então manipulei o Todoroki, não o deixei voltar para capturar Ojiro e Hagakure. O provoquei para que ele focasse apenas em mim, então ele Pediu a ajuda de Shoji. Ojiro e Hagakure foram capturados, mas ainda faltava eu, era só eu capturar os dois, antes de ser capturada, ou esperar o tempo acabar, já que faltava pouco, mas eu desmaiar antes do tempo acabar. Capturar o Shoji até que foi fácil, o Todoroki demoraria mais, pelo fato de ser o bom em combate corpo a corpo como a longa distância. Em um determinado tempo, ele retirou minha luva, eu não percebi, ele me deu um soco, eu toquei meu rosto com a mão sem luva, agora estou presa em um corpo de criança. Toda a turma me olhava atentamente. –foi m*l, Takashi-san, mas não tem como levar isso a sériovindo de uma criança de quatro anos– fala Kirishima enquento se ajoelha para ficar do meu tamanho, percebi que ele prendia o riso –Se vocês rirem eu transformo a 1-a em uma creche– falo cruzando os braços –Ela é tão fofa– fala a Ashido, e quase toda a turma concorda. –Takashi? Como você vai voltar ao normal?– pergunta Yaoyorozu –Bom, meu irmão pode me fazer crescer, ou eu espero três ou quatro horas.- respondo para a morena. – alguém tem comida? Eu estou esgotada. Observo ou outros alunos fazerem a prova, estou sentada em uma cadeira comendo soba. Vou falar com meu irmão assim que todos os testes acabarem. O que não demorou muito. Fui até minha sala, guardar algumas coisas, por conta do meu tamanho e falta de individualidade não consegui abrir a porta, minha sorte ou azar foi que Bakugou apareceu –Ei, ajuda aqui.– peço para o loiro, os outros alunos devem estar trocando de roupa –O que eu ganho com isso fadinha?- falou o garoto. Porque eu estou achando que "fadinha" não é um apelido carinhoso? –por favor bakugou. - pesso novamente, o mesmo abre a porta e eu entro, ele logo atrás Depois que guardo minhas coisas, já estou pronta para ir até a sala do 1-B. Mas tem uma problema, eu não sei onde é a sala do meu irmão. Vou até o bakugou e puxo a manga do uniforme dele. –O que você quer fada figurante?– pergunta ele com um pouco de raiva –Sabe onde é a sala do 1-B?– ele confirma com a cabeça. –Pode me acompanhar até lá? –Não, vai sozinha.– responde ele sem olhar para mim –Eu não sei onde fica, por favor bakugou.– peço fazendo uma carinha fofa. O que é bem fácil para mim, já que sou uma criança por enquanto. –Vamos logo. –Ele levanta, pega minha mão e me puxa pela sala. –Você é muito lerda.– fala ele assim que chegamos a porta da nossa sala –Olha o tamanho das minha pernas. Eu não anda muito rápido Não.– falo e ele revira os olhos, em segundos eu estou no braço de bakugou, sendo carregada novamente. –Seu corpo produz nitroglicerina, não é?– pergunto. Já fazia um tempo que estávamos em silêncio –Sim, como descobriu?– pergunta ele entediado –Ffoi só um palpite.- não posso falar que foi pelo cheiro de caramelo dele. Chegamos na sala, a porta estava aberta e não tinha professor. A turma conversava animadamente, falando sobre algumas lutas, acho que também tiveram testes práticos. –Yukine.– chamo meu irmão, o mesmo conversava com um garoto, ele pareceu não me ouvir. –Yukine.– o chamei novamente, um pouco mais alto. Outra vez ele não me ouviu. –COPIA m*l FEITA!– praticamente gritei, atraindo a atenção do meu irmão e de toda a turma -–Amy...você...– ele não se segurou e começou a rir. Os amigos dele não entenderam, já que ele estava rindo de uma criança. –Faz eu voltar ao normal, agora.– falo autoritária para meu irmão que conta Continua a rir. - eu vou contar a todo mundo seu trauma, bebê chorão.- ele para de rir imediatamente. Vem até mim, retira a luva e toca minha testa com dois dedos. Não demora muito para eu está no tamanho normal. –obrigado– digo tocando com dois dedos na testa dele.
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