O que penso não é a mesma coisa do que sai pela minha boca. — Claro que sim. — Mas odeio quando saímos e as pessoas me olham como se eu fosse um fantasma. — Um fantasma bonito. Minhas bochechas coraram e o olhei surpresa. Elogios. d***a, Giovanni. Seja um i*****l. Pelo menos sei como trata-lo. — Por que diz isso? — Gosto quando fica tímida quando ouve meus elogios. Ele sabe. Sabe me provocar e agora sei que é proposital. — Não é só com você, então não se acha. — Ah, não? — Levantou uma das sobrancelhas. — Vamos conversar sobre o que exatamente? — Nossos gostos. Apesar de mudar de assunto, ele ainda me olhava com algo secreto no olhar. — Você é uma pessoa observadora, conhece muito de mim, mas eu não sei nada sobre seus gostos. — Gosto de lugares calmos, odeio perguntas bobas

