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772 Palavras
Capítulo 3 Diego narrando Eu vejo Analu indo atrás de Douglas, como sempre! Estava cansado de ver ela com ele, babando o ovo do meu irmão todos esses anos e nem sequer olhando para mim, que sempre estive do lado dela a vida toda. — Você ainda está aqui – meu pai fala – já é tarde, deveria estar no morro. — O sub do morro é outro! – eur expondo e ele me encara — Mas, dessa forma você nunca vai me provar que é capaz de comandar o meu morro – ele fala — É claro, você já decidiu que quem vai fazer isso é o filho preferido! — Seu irmão demonstra interesse – ele fala – faz acontecer dentro desse morro e você faz o que? – ele pergunta me encarando – usa droga, bebe e vive pulando de mulher em mulher, não se interessa por nada — Tudo que eu faço, o senhor acha que é errado – eu falo nervoso – eu não presto, então porque vou tentar te impressionar. — Para de usar droga, para de beber, e comece a fazer as coisas certa. — Você fala tanto do seu filho preferido, que agora ele está na boca com a futura mulher dele – eu falo – aquela, que você mandou matar o pai dela! — Analu – ele fala – eu já disse para o seu irmão que esse relacionamento não tinha que acontecer. — Mas, o errado sou eu! Por acaso, sou eu que estou me envolvendo com a filha do homem que te traiu? – eu pergunto e meu pai me encara. — Você pode não estar fazendo isso, mas você não faz nada aqui dentro. Um vapor tem mais importância do que você, você é completamente insignificante. Onde eu errei com você? – eu engulo seco – eu espero, Diego que você realmente mude a sua forma de agir dentro do morro, caso ao contrário, nunca terá o poder do morro em suas mãos. Ele sai andando e naquele momento eu pego e chuto a mesa, minha mãe aparece. — O que está acontecendo? – minha mãe pergunta — Estou cansado do meu pai, estou cansado de Douglas! -e u falo nervoso – ele é o perfeito, o maravilhoso, Analu escolheu ele, meu pai escolheu ele e eu? Eu sou o merda, que só faz merda! — Calma – minha mãe fala – você precisa manter calma — Calma? – eu pergunto – estou cansado – eu saio andando — Diego – ela grita – o que você vai fazer? Diego! — Eu vou acabar com esse mundo perfeito que meu pai criou e que Douglas insiste em viver, Analu vai ser minha, minha! – eu falo com raiva. Eu pego e vou até a boca e entro pegando cocaína, enrolo uma nota de cem reais e começo a tragar. — Tu já tá aqui – Pantera fala entrando — Não enche o saco – eu respondo — Tá revoltaod com o que? — Meu pai, sempre passando a mão na cabeça do morte. — Isso não é nada, tiveram uma discussão feia por causa da Analu. Teu irmão ama aquela mulher – eu encaro ele – desafiou teu pai e vai casar com ela! Eu pego mais alguns pacotinho de droga e saio da boca, quando saio dou de cara com Douglas, ele encara a minha mão e meu nariz branco. — Tá se drogando já cedo – ele fala – me entrega isso ai, cara! — Quem você acha que é para se meter na minha vida? — Tu acha que nossa mãe se sente como com isso? — f**a se – eu falo para ele – o preferido aqui é você! — Para com isso Diego – ele responde – somos irmãos, crescemos juntos. — Me deixa em paz! – eu o empurro Eu pego e vou para um beco, começo a usar a minha droga e logo chega Fumaça, ele se senta do meu lado . — Tá assim porque teu irmão marcou a data de casamento com a mulher da tua vida? — Não enche a p***a do saco! – eu falo – eu não entendo como ele pode ter tudo e eu nada. — Ué, você pode ter ela! – ele fala — Como se ela é apaixonada por ele – eu respondo — É só um se decepcionar com o outro – ele fala – traição no morro não é perdoável, mas você é filho do dono do morro, não será morto e nem ela! Eu encaro ele e dou mais uma tragada na droga!
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