Rebeca Abro os olhos lentamente, incomodada pela claridade que invade o quarto. Leva alguns segundos para me situar, e quando finalmente consigo, observo ao redor e me pergunto como fui parar neste quarto imenso. Olho para o relógio: já são duas da tarde. Que droga! Minha cabeça parece que vai explodir, a dor é insuportável. Com esforço, alcanço o suco e o remédio deixados no criado-mudo. Graças a Deus por isso! Permaneço deitada, fitando o teto, sem forças para me levantar. As lembranças da noite anterior começam a surgir em flashes. Vejo o homem que eu amo, sempre ao lado da noiva, e depois... ele me beijou. Cretino! Desgraçado! Como ele ousa? A raiva me dominou e eu quis ir embora sozinha, mas as meninas insistiram em me acompanhar. Por que estou com ciúmes desse homem? E não é po

