MARIA ALICE Estou presa, totalmente imobilizada! minhas pernas bem abertas, arreganhadas e eu me sinto vergonhosamente exposta, o medo me toma de uma forma que não me lembro de ter me sentido tão aterrorizada antes. Falo que sinto medo numa última tentativa fracassada e desesperada de fazer com que ele pare, com que ele se sensibilize de alguma forma com o meu medo, mas ele coloca uma mordaça em minha boca me calando por completo. Quando vejo o chicote em suas mãos minha carne treme, quero gritar, berrar, espernear, mas minha voz não sai e me engasgo com minha própria saliva, fecho os olhos e espero por uma dor absurda e insuportável, antes de me espancar primeiro ele me tortura, desliza o maldito chicote por meu rosto num tipo de carinho perverso e quando a primeira chicotada vem: arde,

