Manu narrando: Meus olhos lutavam para permanecer abertos, era uma luta constante e quase impossível, a dor estava vencendo as poucas forças que me restava, meu corpo não aguentaria mais apanhar, eu estava desfalecendo, eu sentia minha garganta seca, meu corpo trêmulo, minhas esperanças estavam chegando ao fim, eu vi a porta se abrir e já pude imaginar outro momento de surras e torturas que ele me faria passar... Vitor: Você não parece bem Manu, parece estar com dor... Ele sorriu quando terminou de falar, e foi se aproximando de mim, enxergava com dificuldade, mas pude ver uma faca em seus mãos, eu não conseguia falar, meu desespero era maior que minha dor, meus pensamentos iam diretamente para meu filho que era tão pequenino dentro de mim, mas já sofria os abalos de medo e tortura,

