Diogo Bittencourt Ao ouvir Maitê citar o meu primo, senti a minha corrente sanguínea ferver, impulsionando-me a desligar imediatamente a ligação. Como aquele maldito ousava permanecer no Brasil? Ainda mais, no mesmo prédio de Maitê! É impossível que isso tenha sido apenas uma mera coincidência. E só em pensar que, possivelmente, o fato de Diego morar no mesmo prédio que Maitê, não se tratasse apenas de uma coincidência, me deixou furioso. Eu não o queria perto dela de maneira alguma. Com esse intuito, decidi não deixar por isso mesmo e liguei para o meu primo. Já que ele havia passado a manhã inteira me incomodando, agora ele teria que me ouvir. No segundo toque, Diego me atende. — Olha só, quem decidiu responder às minhas ligações. — Eu quero que você saia do Brasil. — Digo bre

