Diogo Bittencourt Movo-me de um lado para o outro na minha cama, sem sono. Eram duas e meia da manhã e a insônia decidiu que era o horário perfeito para me manter acordado. E forçar o sono estava me deixando com uma baita dor de cabeça. Solto um suspiro pesado e me levanto da cama. Calço os meus chinelos e decido sair do quarto e ir para a varanda do primeiro andar. Os dias que passei sem conseguir dormir, por estar preocupado com Maitê, me afetaram drasticamente e agora eu estava vivendo a terrível consequência do processo. Contudo, não me arrependo de ter passado noites em claro pensando nela, pelo contrário, mais que tudo eu estava torcendo pela sua recuperação e era impossível conseguir dormir diante a um momento tão delicado quanto aquele. Sento-me em uma das duas cadeiras aco

