Saí da suíte batendo a porta, sem ver exatamente para onde ia. Minha mente era um turbilhão. Primeiro, o acordo. Agora, de repente, a brasileira se ajeitando para mim, usando um vestido que realçava seu corpo, o cabelo preso de forma elegante, cobrando minha atenção. Exigindo saber onde eu estive. Eu não sabia o que era aquilo. Uma paixão confusa e repentina? Um joguinho para me provocar? Um plano para me seduzir e me levar para a cama antes do tempo? E ouvir da boca dela a palavra "amante", como se Chiara fosse a outra, a errada na história... Não. A Emanuele é que era a outra. A obrigação. Uma obrigação que eu, em um momento de fraqueza, insisti em proteger em nome da minha humanidade e, agora, em nome de um acordo de um ano que m*l completara um mês. Ela não tinha o direito de apr

