FRANCO NARRANDO Sophia pegou o prato e o copo e sentou na cadeira mais distante de mim, ocupando a outra ponta da mesa com os meninos sentando um em cada lado. O correto seria que eles estivessem próximos a mim, porém, acredito que mantê-los lá era a melhor opção. Ouvi Lucca sussurrar alguma coisa no ouvido dela e aquilo me fez retesar o maxilar. Ele sabia quais eram as regras sobre o silêncio durante as refeições. – Lucca, o que eu já falei sobre não falar à mesa? – Minha voz saiu um pouco mais áspera do que eu gostaria. – Eu dei permissão a ele. Lucca sabe como se comportar, senhor Mattioli, também está ciente que essa permissão é apenas comigo. – Ela pareceu pronta para sacar a faca da manteiga e partir para cima de mim para defender meu próprio filho. Não sabia se isso tinha me ge

