( Sophia narrando) Franco estava agindo com uma criança enfezada e birrenta, o que não condizia nem um pouco com a personalidade dominadora dele. Eu conversava com Paulo quando vi ele se aproximar e dar aquele show de ciúmes como se eu fosse namorada dele. Não que a ideia de ser sua namorada fosse desagradável, mas o fato era que eu não era e ele continuava me dando esses sinais errados, que nem no cinema quando acariciou meus dedos. Pensei que, finalmente, Franco fosse falar alguma coisa sobre as faíscas entre nós e se abrir comigo, mas ele preferia ficar de papinho com aquelas mulheres interesseiras que só estavam de olho no dinheiro e no corpo dele. Era óbvio que aquilo me incomodava e eu não deixaria barato, pois uma partida de xadrez era disputada por dois adversários e eu mostraria

